Salve, Serva e Senhora, Fina Flor de Israel
Maria, símbolo da perfeição, vem em nosso auxílio
Quem és tu? E o que fazes? Certamente essas perguntas abrem o diálogo entre as pessoas que começam a se conhecer, pois não é possível dizer coisa alguma sobre o outro se não o conheço.
Assim ocorre com a pessoa de Maria! Como dela falar sem conhecê-la? Quem és tu? És a cheia de graça (Lc 1,28). Ela é a criatura que na sua integridade - entenda santidade - completou o desígnio salvífico do Pai.
O que ela faz? Sua atitude é a de servir ao Senhor, fazer-se escrava, serva, servidora. Ela é "uma de nós" que faz a plena experiência de Deus e da salvação. Ela acolheu a amizade de Deus para com nossa humanidade. A vida, aquela que Deus lhe ofereceu, a vida divina, a penetrou profundamente. Será que ainda há dúvida de que ela fez sua a vontade de Deus? "Eis-me aqui, Senhor, para fazer vossa vontade" (Lc 1,38).
Sendo a Mãe escolhida do Redentor, é Mãe da humanidade inteira. Essa é a vontade de Deus, e não depende de nossa vontade. O desejo eterno de Deus para com a humanidade é a felicidade, e ela nos é proposta continuamente. Ela não é uma deusa, mas é Santa, a Santa de todos os Santos! Quem pode negar essa verdade? Só quem acha que sua sabedoria pessoal, particular, supera a sabedoria e a vontade humana não remove a vontade divina que é o amor, somente amor.
Os pobres sabem rezar a Salve Rainha, porque sabem ser humildes como Maria, e a reconhecem como Mãe e não a abandonam jamais. O Reino continua a ser dos pobres, como a pobre Maria, serva humilde do Senhor. E também sabem rezar: Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! Amém! Certamente é nobre e nos enche de paz reconhecer Maria como Mãe de Jesus, minha, sua e de toda a humanidade!



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