Páginas

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Jo 6,44-51

"Ninguém pode vir a mim, se o pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia".
Procurar Jesus e crer nele é uma graça, é um favor que Deus nos faz. Não é merecimento nosso, nem resultado de nosso esforço. É puro dom, é simples misericórdia dele para conosco. Temos de pedir sempre que Deus nos atraia cada vez mais para Jesus, que nos mantenha no seu amor e na vida que ele nos proporciona. Só assim poderemos ressuscitar com ele para a vida eterna.


ORAÇÃO

Senhor, quase nunca me lembro disso, mas hoje quero agradecer-vos a graça da fé, o conjunto todo de circunstâncias em que me colocastes, e que me facilitaram o caminho da fé. Não sou melhor que os outros, mas me amastes, escolhestes e chamastes para ser discípulo e amigo vosso. Ajudai-me a nunca vos abandonar, ajudai-me a deixar tudo para ser cada vez mais vosso. Amém.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Jo 6,22-29

"Em verdade... eu vos digo: vós me procurais não porque compreendestes os sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados".
Depois da multiplicação dos pães quiseram proclamar Jesus como rei. Ainda não entendiam sua mensagem, não percebiam o sentido de suas palavras e milagres. Ainda viam apenas o lado material de tudo. Afinal pelo menos alguns perguntam: - Que devemos fazer para agradar a Deus? A resposta de Jesus foi muito clara: - Deveis acreditar que eu fui enviado por ele para vos salvar.


ORAÇÃO

Senhor, iluminai-me para que possa entender que viestes fazer muito mais do que resolver meus pequenos problemas naturais. Creio que viestes matar minha sede de verdade e de amor. Só vós me podeis dar esperança de ter uma felicidade para sempre. Sois o meu salvador, podeis libertar-me do erro e do pecado. Tomai conta de mim, guiai-me sempre pelos vossos caminhos. Amém.

domingo, 26 de abril de 2009

LUCAS 24,35-48

"Os dois discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho... Ainda falavam quando Jesus apareceu no meio deles".
Voltando às pressas de Emaús, os dois discípulos contavam aos outros o que tinham visto e vivido na caminhada e depois em casa. Por mais que se esforçassem, não conseguiam transmitir aos outros toda a riqueza e emoção de sua experiência. O que tinham vivido não cabia nas palavras, não conseguiam responder de modo satisfatório às perguntas ansiosas que todos faziam. De repente não precisavam dizer mais nada: o próprio Jesus apareceu. Como era diferente falar, ou ouvir falar de um encontro com Jesus, e tê-lo ali presente, vivo, palpável. Vamos, porém, notar que mesmo essa experiência tão forte não era suficiente para que entendessem o que tinha acontecido e o que estavam vivendo. Foi preciso que Jesus lhes abrisse a inteligência para entenderem.


ORAÇÃO

Senhor, tenho o testemunho de tantos que vos puderam ver vivo depois de vossa morte e sepultura. Ajudado por vossa graça, creio nesse testemunho, creio que de fato estais vivo e atuante entre nós. Não vos peço que apareçais também a mim, para confirmar esse testemunho dos discípulos. O que vos peço é que me ilumineis, para que possa perceber todo o sentido e todas as consequências de vossa ressurreição. O que preciso é que essa vossa presença entre nós se torne uma certeza marcante e decisiva em minha vida. Aumentai minha fé e minha coragem para anunciar a todos que sois o Senhor, que sois o único que nos pode salvar. Iluminai minha vida com vossa presença, dai-me confiança e alegria para enfrentar dificuldades, trabalhos e dores. Amém.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Páscoa

Celebrar a paixão e a morte de Jesus é abismar-se na contemplação de Jesus - Verbo de Deus, a Quem o amor tornou frágil…

Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites e fragilidades,
experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura das tentações,
experimentou a angústia e o pavor diante da morte;
e, estendido no chão, atraiçoado, incompreendido, abandonado, continuou a amar!
Desse amor resultou VIDA plena com a qual Ele nos ensina a como fazer
para o cumprimento do Mandamento Novo; pela vivência da mútua e contínua caridade sabemos que Ele está no meio de nós e pelo AMOR, com o AMOR e no AMOR somosum só, e na Unidade somos reconduzidos (por Jesus) ao seio da Trindade Santíssima ainda nesta vida terrena.

A verdadeira Fé nasce precisamente da constatação de havermos alcançado as promessas de Cristo.

Na Unidade regressamos à origem da Creação porque estamos em sitonia com o próximo, com a Vida, com o cósmus e com Deus.
Esta é a mais espantosa história de amor que é possível contar;
ela é a Boa Nova que enche de alegria o coração dos crentes.

Que assim seja nesta Páscoa e sempre...!


Configurados com Cristo na morte, sejamos também configurados na Ressurreição !



«A santidade é o hábito de estarmos de comum acordo com Deus».

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Domingo de Ramos

Rádio Vaticano


O Papa Bento XVI presidiu hoje no Vaticano a missa de Domingo de Ramos, cerimônia que abre as celebraçoes da Semana Santa.

Na homilia ao comentar o episódio da entrada de Jesus em Jerusalém, aclamado pela multidão que canta "Bendito o Reino que vem", Bento XVI interrogou-se sobre o verdadeiro significado deste "Reino" que Jesus nos trouxe: "Mas nós, compreendemos verdadeiramente a mensagem de Jesus, Filho de Davi? Compreendemos que coisa é o Reino de que nos falou no interrogatório diante de Pilatos. Compreendemos o que significa que este Reino não é deste mundo? Ou porventura desejamos, pelo contrário, que seja deste mundo?"

Evocando a resposta de Jesus àqueles que, no Evangelho segundo São João, queriam ver Jesus, naquele Páscoa, em Jerusalém – "Se o grão de trigo, caído em terra, não morre, permanece só; mas se morre, produz muito fruto", observou o Papa: "Podemos assim reconhecer duas características essenciais deste Reino. A primeira é que este Reino passa através da cruz. É por se dar totalmente, que Jesus pode, como Ressuscitado, pertencer a todos e tornar-se presente a todos.""Na santa Eucaristia recebemos o fruto do grão de trigo morto, a multiplicação dos pães que prossegue até ao fim do mundo e em todos os tempos"."A segunda característica diz: o seu Reino é universal. Cumpre a antiga esperança de Israel: esta realeza de David já não conhece fronteiras. Estende-se de mar a mar – como diz o profeta Zacarias – ou seja, abraça o mundo inteiro"."Mas isto é só possível porque não é uma realeza de um poder político, mas baseia-se unicamente na adesão livre do amor – um amor que, pela sua parte, responde ao amor de Jesus Cristo que se deu por todos".

"Temos que aprender sempre de novo ambas as coisas – acima de tudo a universalidade, a catolicidade. Esta significa que ninguém pode pôr como absoluto a si mesmo, a sua cultura e o seu mundo. Isto exige que todos nos acolhamos uns aos outros, renunciando a algo do que é nosso. A universalidade inclui o mistério da cruz – a superação de si mesmo, a obediência à palavra comum de Jesus Cristo, na Igreja comum. A universalidade é sempre uma superação de si mesmo, renúncia a algo de pessoal. A universalidade e a cruz vão pari passu. Só assim se cria a paz".

Dirigindo-se antes de mais aos jovens presentes, o Papa advertiu que, falando do grão de trigo, Jesus formula "a lei fundamental da existência humana".

"Quem pretende ter a sua vida para si, viver só para si mesmo, atar tudo em si explorando todas as possibilidades – é precisamente esta pessoa que perde a vida. Esta torna-se aborrecida e vazia. Só no abandono de si mesmo, só no dom desinteressado do eu a favor do tu, só no sim à vida maior, própria de Deus, é que também a nossa vida se torna ampla e grande".

Tudo isto porque – observou ainda o Papa - "amar significa desapegar-se de si mesmo, doar-se", libertar-se de si mesmo, "olhar em frente, para o outro – para Deus e para os homens que Ele me manda".

"De uma vida reta faz parte também o sacrifício, a renúncia. Quem promete uma vida sem este dom de si, sempre renovado, engana as pessoas. Sem sacrifício, não existe uma vida realizada. Se lanço um olhar retrospectivo sobre a minha vida pessoal, devo dizer que os momentos grandes e importantes da minha vida foram precisamente aqueles em que disse sim a uma renúncia".

"Tocamos aqui o maravilhoso mistério do amor de Deus, a única verdade realmente redentora. Mas tocamos também a lei fundamental, a norma constitutiva da nossa vida: sem o sim à Cruz, sem caminhar em comunhão com Cristo dia a dia, a nossa vida não é uma vida bem sucedida". "Quem dá a vida – quotidianamente, nos pequenos gestos que fazem parte da grande decisão – é este que a encontra. É uma verdade muito exigente, mas também profundamente bela e libertadora" – conclui o Papa. "Queira o Senhor abençoar este caminho".

domingo, 5 de abril de 2009

CRISTÃOS


Assunto: somos CRISTÃOS - CATÓLICOS, APOSTOLICOS E...

Somos Cristãos porque a mensagem que JESUS incarnou - Verbo de Deus, quando a 2ª Pessoa da Trindade Santíssima assumiu a forma humana, a linguagem Divina é implicitamente traduzida para que o Homem fosse possível escutar, entender, aceitar e meter em prática.

Ser Católico significa ter uma alma UNIVERSAL, - UNI (um só coração e uma só alma por Deus, com Deus e em Deus) e - "VERSAL" -> a alma vertida em sintonia com todo o UNIVERSO creado e parte integrante de Deus, pois fora de Deus nada existe.
a Igreja - CORPO MÍSTICO DE CRISTO é a expressão viva dessa mesma CATOLICIDADE (universalidade).

APOSTÓLICA, porque a Doutrina é a mesma que foi revelada e ensinada por Jesus aos APÓSTOLOS e que no Dia de Pentecostes receberam de Deus através do Espírito Santo a confirmação do Mandato Apostólico, todos os Dons e o Poder Apostólico, de cujos Apóstolos os Bispos são os sucessores.

ROMANOS, porque a área eclesiástica em que vivemos está sob a orientação Apostólica do Patriarcado do Ocidente, cujo responsável máximo é o Bispo de Roma (em igual potestade com os restantes Patriarcas) de cuja Igreja UNA, SANTA CATÓLICA E APOSTÓLICA a cabeça é CRISTO JESUS NOSSO SENHOR E MESTRE.

Esta mensagem foi enviada por D. ++Fernão Gomes